Por que a tecnologia é tão viciante, e como evitar o cansaço tecnológico

Nós vivemos rodeados por gadgets que exigem a nossa atenção, constantemente fragmentando nossa capacidade de manter o foco no que precisamos fazer. Mas conviver com a tecnologia não significa que precisamos viver um vício. Este texto é sobre como vencer o cansaço tecnológico.

Quando visitas vêm ao meu apartamento, geralmente chega um momento em que elas perguntam "espera aí, quantas telas você tem aqui?". Essa é a hora que eu proponho a brincadeira "Adivinhe quantas telas o Adam tem". Todo mundo tem receio de chutar muito alto, por isso sempre chutam menos. Além de ser meio ridículo, estar cercado por tanta tecnologia causa um problema: como se manter focado quando há tantas coisas ao seu redor projetadas para que você interaja com elas?

A maioria de nós não vai optar pelo tecnominimalismo e jogar fora metade dos nossos eletrônicos. Em vez disso, vamos primeiro analisar por que o cansaço tecnológico, o vício e outros problemas homem-máquina ocorrem. Depois a gente descobre junto como evitá-los.

O problema

Desenvolvendo um vício
Não é novidade que estudos estão descobrindo que videogames causam liberação de dopamina no cérebro. A dopamina tem suas utlidades, mas a que importa aqui é que ela é usada pelo cérebro como uma espécie de recompensa pelo que fazemos. Por exemplo: a dopamina é liberada quando nós comemos e fazemos sexo, porque o corpo considera que estas coisas são necessárias para a nossa sobrevivência enquanto espécie. Alguns tipos de jogos de videogame conseguem a proeza de fazer o nosso cérebro liberar a substância, assim como muita coisa que achamos estimulante. A Nicotina também causa liberação de dopamina, assim como a cafeína (de modo meio indireto).

Assim como os videogames, podemos desenvolver uma liberação de dopamina relacionada a muitos tipos de comportamento vicioso. Verificar emails é um em particular. Você pode não gostar de passar muito tempo lidando com a sua caixa de entrada, mas provavelmente pensa em verificá-la com bastante frequência. Quando você ouve aquele sonzinho (ou a vibração do smartphone), sabe que tem algo lá esperando por você. Para piorar as coisas, já que você não recebe emails em um intervalo fixo e nunca sabe se um email que chegou é algo que você quer, a sua curiosidade é ativada no exato instante que você ouve o som ou a vibração, porque você quer saber se aquilo que recebeu é algo importante ou uma perda de tempo.

Ná época em que estávamos presos pelos computadores de mesa, isso não era um problema tão grande. Primeiro porque a tecnologia não havia ainda se proliferado na sociedade no modo em que conseguiu atualmente. Mas principalmente porque não tínhamos mini computadores que podíamos levar no bolso (smartphones). Antes nós poderíamos verificar nossos emails em alguns momentos convenientes do dia. Agora estes pequenos multitarefas ficam pedindo a nossa atenção em qualquer lugar que estivermos. Nós temos mais oportunidades de interagir com a informação, então nós enfrentamos mais dois dilemas: filtrar uma sobrecarga de informação e usar a tecnologia de modo apropriado.

Filtrando a sobrecarga de informação
Nós consumimos três vezes mais informação hoje do que há 50 anos, mas o problema de sobrecarga de informação não é novo. Graças à prensa de Gutemberg, lá pelo ano 1500 já havia mais livros impressos do que qualquer cidadão letrado poderia ler em uma vida inteira. Nós temos uma quantidade aburda de informação disponível para o consumo há muito, muito tempo, e ela continua aumentando. A gente observa o crescimento, e a crescente taxa de crescimento, como se fosse uma epidemia. Na realidade, nós estamos permitindo que a sobrecarga de informação aconteça com a gente. Como fala Clay Shirky, o problema tem mais a ver com uma falha de filtros:

Como o palestrante ilustra, os filtros que usávamos antes da internet estão falhando, porque eles não se aplicam à quantidade massiva de informações que encontramos online. A sobrecarga de informações não é um problema novo, e talvez nem mesmo seja um problema – nós é que precisamos encontrar novas formas de filtrar isso tudo para poder ter foco.

Etiqueta tech

Não é só a informação que precisamos filtrar. Nosso comportamento também pode ser um problema frequente quando puxamos o laptop ou o smartphone. A última década nos bombardeou com novos aparelhos e não há muitas regras conhecidas sobre quando devemos ou não devemos utilizá-los. Mandar SMS ao volante parece um dos exemplos mais óbvios de "péssimo momento para usar tecnologia", mas muitos de nós fazem isso mesmo assim.

Se você está passando tempo com outra pessoa, a etiqueta sempre ditou que você deve dar a sua atenção àquela pessoa. Mesmo assim, ainda existe muita discussão tentando determinar se é apropriado ou não verificar emails na hora do jantar. Não se deve conversar no cinema, mas não tem problema desconcentrar os outros com a sua tela luminosa naquela sala escura? Existe uma solução sensata? A tendência parece estar se tornando dar atenção prioritária para os nossos gadgets, e isto não é um problema apenas social, mas também um que anda de mãos dadas com aquele outro problema, o da liberação de dopamina.

A etiqueta tech não é importante apenas para saber lidar com as pessoas ao seu redor. Ela também serve como meio de limitar e governar o uso que você faz das coisas. Nós não precisamos responder qualquer mensagem imediatamente em qualquer momento do dia, mas os nossos novos costumes trouxeram uma obrigação social de responder assim que for humanamente possível. Se a vida real atrapalhar, a gente esconde ela atrás dos nossos telefones. Não dar prioridade ao real sobre o virtual só faz os problemas piorarem ainda mais.

As soluções

Então o que fazer a respeito? Superar um vício em tecnologia e evitar o cansaço tecnológico requer esforço. Não há truques de mágica que te conduzam pelo caminho da liberdade, mas aqui estão algumas ideias para te fazer começar.

No que os olhos não vêem, o cérebro não quer mexer

Pode parecer maravilhoso ter um aparelhinho que pode fazer quase qualquer coisa, mas confiar em uma única máquina traz alguns problemas. Considere esta possibilidade: você quer ver que os horas são e tira o celular do bolso para fazer isso. Já que o telefone já está na sua mão mesmo, você resolve aproveitar para verificar o seu email. Você faz isso e acaba gastando alguns minutos para se decidir se responde a um deles agora mesmo ou deixa para depois. Isso pode continuar por muitas e muitas etapas (daí para o Twitter, por exemplo, é um pulinho), transformar o que deveria ser um ato simples e ligeiro – ver que horas são – em várias coisas que você não necessariamente precisava fazer. É por casos assim que diz-se não ser sempre uma boa ideia ter um aparelho que realiza várias funções. Mas a verdade é que isso é uma conveniência de que ninguém abre (ou deveria abrir) mão, então o melhor seria se nós conseguíssemos nos treinar para decidir fazer uma coisa e fazer só aquilo. Para que, quando tirarmos o telefone do bolso para ver as horas, vejamos só as horas e coloquemos o telefone de volta no bolso. Mais realisticamente, porém, é nos treinar para tirar o telefone do bolso menos vezes. Descubra outras maneiras de ver as horas. Decida verificar seu email poucas vezes ao dia. Em último caso, desligue o telefone completamente, ou nem leve-o com você, quando for sair à noite. A tecnologia existe para tornar as coisas mais fáceis, mas se você está usando-a para dificultar a sua vida, isso não está certo. Pense em maneiras de evitar usar a tecnologia para tudo e você vai acabar se acostumando a usá-la menos.

Pare de ser multitarefa
A esta altura, já deve ter ficado claro que ser multitarefa é só um mito. Nós podemos fazer de conta que estamos fazendo várias coisas ao mesmo tempo, mas na verdade só estamos constantemente e rapidamente voltando a nossa atenção a diferentes tarefas individuais. Ouvir música enquanto faz exercícios é o tipo de coisa que pode ser combinada facilmente, mas quando mais tecnologias entram no jogo, a coisa muda de figura.

Talvez você já tenha tentado matar seus emails enquanto assistia TV. Se sim, você provavelmente notou a dificuldade em se concentrar em ambos. Se a televisão só está ligada para fazer um pouco de barulho, provavelmente não há maiores problemas, mas se você está assistindo a algo que gosta enquanto tenta trabalhar, certamente se vê pausando frequentemente o serviço. Felizmente a tecnologia atual permite muitas vezes que gravemos os programas de TV para assistir depois, permite interagir com o nosso entretenimento na hora que nós quisermos. Um sentimento de imediatismo nos faz pensar que tudo tem que acontecer agora mesmo, mas esse não é o caso. Geralmente nós somos muito mais produtivos quando fazemos uma coisa de cada vez.

Fazer qualquer coisa enquanto se tenta prestar atenção em outra já é problemático, mas incluir tecnologia aí nessa equação pode piorar tudo ainda mais, visto que isso aumenta o tempo sem foco que passamos com os nossos gadgets. Esta sobreposição cria um padrão de comportamento que nos comanda a simplesmente puxar nossos gadgets sempre que quisermos. Ao fazer isso nós negligenciamos a fragmentação que isso causa na nossa capacidade de manter o foco no que quer que deveríamos estar fazendo. Traga isso para um ambiente social e temos os problemas de etiqueta tech citados antes. Se você quer formar bons hábitos com o seu uso de tecnologia, considere interagir com um aparelho de cada vez, para evitar o efeito multitarefa e a má priorização da interação digital sobre a real.

Nunca se desculpe
Talvez você já tenha dito algo como "ah, desculpa que eu não te respondi aquela ligação/mensagem. Lá na academia o sinal é péssimo". Neste caso, você estaria se desculpando não apenas pela incapacidade do seu celular ou da sua operadora de fazer a mensagem ou ligação aparecer no seu celular, como também pela má recepção da sua academia. Se você pede desculpas por coisas assim com frequência, você é um escravo do imediatismo. Pare de pedir desculpas e aproveite a liberdade de poder responder quando puder, ou até mesmo quando quiser. Se você começar a criar a expectativa de que você nem sempre responde no exato momento que recebe uma ligação/mensagem/email, as pessoas vão começar a assumir que você vai simplesmente responder quando puder. Você não vai querer negligenciar sua família, amigos ou colegas ao não responder por um longo período, mas sim deixar claro que você responde sim, mas na hora em que for mais confortável para você. Ao fazer isso, você vai começar a sentir menos necessidade de ficar verificando o celular ou o email constantemente.

Organize-se

Uma maneira efetiva de lidar com a sobrecarga de informação é organizar esta informação. Pode ser óbvio, mas muitos de nós pensam muito e fazem pouco sobre isso. Você vai acabar se organizando em algum momento, então nada melhor que começar agora, caso você ainda não tenha começado. O email é uma das coisas mais difíceis de controlar, já que existem muito mais ferramentas para te ajudar com isso do que você teria tempo de testar. A nova Priority Inbox do Google é uma maneira nova e efetiva de focar nas mensagens mais importantes da sua caixa de entrada. Uma extensão do Firefox e Chrome chamada Boomerang permite agendar quando você vai receber e enviar emails. Comunicar-se por canais de velocidade mais apropriada em vez de canalizar todas as comunicações via email também pode ajudar. Também dá para desviar as distrações para um iPad, ou outro aparelho que você tenha, para que você possa se focar em coisas específicas em gadgets específicos. O importante é organizar-se alguma forma - e estar ciente de que todo método de organização precisa estar pronto para evoluir e se modificar de acordo com as mudanças no fluxo de informações.

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LIFEHACKER


Apple lança sua nova linha de iPods

A Apple, lançou recentemente seus novos brinquedos. Confira o que a Apple preparou de novo na sua nova linha de iPod’s.

A Apple divulgou em seu site, os novos iPod’s, veja as caracteristicas de cada um dos modelos.

iPod shuffle: Ficou ainda mais esportivo, muito mais bunito e estiloso. Valor: R$: 299,00

iPod Nano: Tá mais para um mini-iPad, agora o iPod Nano é multi-touch, e  muito, muito mais estiloso. Valor: 8GB: R$:549,00 – 16GB: R$: 649,00

E por ultimo mais não menos importante: iPod Touch: Que deixou de ser um simples reprodutor de musica + Wi-Fi para ter 2 cameras que filmam em HD e visor de Retina, um iPhone 4 Jr. Vale lembrar que o iPod Touch ainda não está disponivel no Brasil, mais não vai demorar muito à chegar.

Álvaro Thomáz

Mozilla prepara lançamento do Fennec 2.0 Alpha para as próximas semanas

A versão mobile do navegador Firefox também deve ser tornar um beta até o fim deste ano, informam os desenvolvedores responsáveis pelo projeto. Leia mais em Sony Ericsson Preview.



Aprenda a montar um studio Chroma Key!

Sempre quis saber como fazer um studio Chroma Key? Siga os passos desse vídeo e faça o seu. Confira…

Caso queira uma coisa bem simples mesmo, tente esse:

Halex

Seu carro sobreviveria a um ataque de bolas de boliche?

Tempos atrás a Sony fez muito sucesso com o comercial para a Sony Bravia em que várias bolinhas de borracha saltitavam ladeira abaixo, colorindo as ruas.  Mais recentemente a Nissan trouxe o conceito de volta para o Nissan Qashqai, mas em uma versão um tanto mais pesada. Assista na Trendy House Pepsi.

Skype 5.0 beta para Windows permite videoconferência com 10 pessoas!

O novo beta do Skype 5.0, apenas para Windows, dobrou o número de participantes de uma videoconferência, saindo de cinco para dez. DEZ. Como uma videoconferência com 10 pessoas acontece? Mais ou menos como a da foto. Se você colocar mais duas pessoas. Nós só conseguimos juntar oito, e quatro deles são eu mesmo.

Enquanto nossa conversa em vídeo de oito pessoas rolou, tudo funcionou direitinho. Eu tive que colocar todos meus microfones no mudo ou senão teríamos um retorno insano de som, então eu não pude falar. Mas, como era de se esperar de um beta, vários de nós começaram a cair da ligação, até uma queda conjunta de todos. As pessoas tentavam voltar e caíam, e o programa ficou menos estável do que um macaco bêbado num triciclo. Em certos momentos, três dos meus computadores caíram da ligação ao mesmo tempo.

Mesmo assim, videoconferência de 10 pessoas! É assim que faremos reuniões agora. Menos humanidade, por favor. [Skype via Mashable]

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SKYPE


[Hands-on] Samsung Galaxy Tab

Acabei de passar alguns minutos mexendo no Samsung Galaxy Tab e fico feliz em confirmar para o público que finalmente temos um concorrente interessante para o iPad, mas que talvez não concorra exatamente com o tablet da Apple. Como?

Estamos na IFA, em Berlim. A feira propriamente dita só começa amanhã, mas o Samsung Galaxy Tab (sobre o qual falamos algumas vezes já) ganhou enorme atenção e tranquilamente dá pra dizer que é o grande lançamento até agora. Como você já viu por aqui, o Tab tem 7 polegadas, roda Android 2.2 e é, bem, um celular com Android Gigante. Sim, celular, já que ele tem 3G e um botão de discar (e você achando quem falava com o nGage ridículo). Mas como ele é na mão mesmo? Fiz este vídeo (sim, não dá para ouvir o som direito, mas é legal ver como o sistema se comporta):

Por que ele é legal: é pequeno, cabe no bolso de um paletó, é relativamente leve (mas bem denso, com 380g, contra 670g do iPad) e tem uma tela bacana, que se não tem o ultracontraste dos AMOLEDs da Samsung, tem um bom brilho e cores. O 3G, multitarefa bem implementada de fábrica (que o iPad não tem), entradas SD e microSD (além do conector padrão), um dock com saída HDMI e uma câmera fazem com que ele converse melhor com outros gadgets da sua casa. 

O processador de 1GHz dá conta do Android 2.2 tranquilamente, e ele é um bocadinho mais rápido que os smartphones com o robozinho, ao que parece, mas tenho que admitir que alguns sites demoraram substancialmente mais para carregar do que no iPad. Falo dos que têm Flash (como o próprio Gizmodo BR), então isso pode ser relevado por quem gosta (me incomodou).

Onde ele não é "melhor" que o iPad: O problema maior até agora é que o iOS 4 parece muito mais afeito ao tablet do que o Android. Já há uns bons 15 mil aplicativos na iTunes App Store pensados (ou redimensionados) especialmente para a tela grande. No tablet da Samsung, apenas a ótima agenda de contatos (infinitamente superior à da Apple, pela integração com Google e Twitter), um eReader e o calendário parecem ter sido feitos com uma tela um pouco maior em mente. De resto, não vi ainda aplicativos que mostrassem o poder de um tablet de fato, como vários jogos ou ferramentas de desenho no lançamento do iPad. Mas talvez seja muito cedo. 

O outro problema é a tela, que eu não achei tão responsiva quanto a do iPad, precisando de algumas confirmações de cliques. Aparentemente só eu e o pessoal do Engadget sentimos esse problema. Nas outras resenhas que li (inclusive da nossa Kat do Giz US), nenhuma reclamação. A bateria também, estimada em 7 horas, é pelo menos 30% pior que o iPad. O aplicativo para abrir livros digitais não é tão adaptado à tela grande, ao que me pareceu, e não há coisas interessantes que existem no iBooks, como clicar para ver a definição do dicionário ou selecionar partes do texto para anotações.

É claro que todas essas são opiniões razoavelmente superficiais, observadas em pouquíssimo tempo sobre um produto que sequer chegou ao mercado: estará em setembro em alguns países da Europa, onde não há previsão de preço nem chegada ao Brasil. Mas estamos bastante ansiosos para passar mais tempo com ele. Ele é de fato um animal diferente do iPad, ainda mais longe de um substituto de netbook (que eu já acho não ser a função do iPad) e mais voltado para o consumo de mídia, como ver fotos, ler livros e jogar alguma coisa. Se ele chegar a uns 150 dólares mais barato que o iPad mais barato, é matador. Pelo mesmo preço ou algo muito parecido, não vejo muita chance para ele. O que vocês acham?

 
 
 
* O Gizmodo Brasil viajou a Berlim para cobrir a IFA a convite da Philips.
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Tablets


Quincy Jones assina linha de fones de ouvido da Harman

O rapper Dr. Dre tem sua própria linha de fones de ouvido, a Beats, que tem esse nome como um trocadilho para as batidas das músicas e da batida que eles causam na sua cabeça – não, nada de batidas policiais aqui. Agora é a vez de Quincy Jones emprestar seu nome para os fones da Harman, da AKG.

Há três linhas diferentes de fones: o Q701, o carro-chefe da família, que custará U$480; uma versão menor que cobre o ouvido e permite troca do formato dos fones, o Q640, por U$230, e o intrauricular Q350, de U$150. Os dois fones mais baratos tem controle remoto compatível com o iPhone, enquanto o topo de linha Q701 é mais voltado para os audiófilos curtirem o som mais puro possível.

Nós teremos de ouvir com nossos próprios ouvidos para tirar conclusões. Mas é bom saber que Quincy Jones não está só colocando seu nome nos fones, mas também sua grandiosa reputação:

Esse é o som com melhor qualidade que eu já ouvi em fones de ouvido em toda a minha vida. E eu estou orgulhoso de colocar meu nome neles.

Os três estarão disponíveis em outubro, nos EUA. [AKG]

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FONES DE OUVIDO


Google Chrome faz 2 anos, mas quem ganha é você

O Google Chrome é um navegador “novo”, acabou de fazer dois aninhos de vida e está crescendo cada vez mais o número de usuários que já estão usando o navegador. Ele foi originalmente lançado no dia 2 de setembro de 2008 e desde aí começou uma rivalidade entre ele e os outros navegadores da atualidade (Internet Explorer, Firefox, Opera, Safari…). Até o final de junho de 2010, cerca de 7,24% dos usuários de Internet do mundo mantiveram o Google Chrome como seu navegador principal. E nesse aniversário, a Google liberou para nós a sexta versão estável do navegador.

Google Chrome 6.

O Chrome 6.0.472.53 trouxe um novo visual, mudou de azul para cinza, incluiu novos recursos de autofill, sincronização de extensões e formulários preenchidos. E pensarmos que a primeira versão apareceu há só dois anos atrás…

A primeira versão do Google Chrome. Sinta a simplicidade!

Download: Google Chrome 6.0.472.53

Com algumas informações de: Wikipédia, Google Chrome Blog


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World of warcraft Cataclysm brasileiro

Foi em 2001 que a Blizzard Entertainment anunciou World of Warcraft. Três anos depois o jogo chegaria às lojas tornando-se rapidamente um grandioso sucesso de vendas. Em 2007, o famoso MMO conheceu a primeira expansão, World of Warcraft: The Burning Crusade, e em 2008 a segunda, World of Warcraft: Wrath of the Lich King.

Agora, já com anos de experiência, a Blizzard prepara-se para revolucionar World of Warcraft (ou WoW, como é mais conhecido), ao anunciar World of Warcraft: Cataclysm! Depois do sucesso da BlizzCon 2009, sabe-se agora todos os pormenores e alterações que virão na próxima expansão.

Cataclysm Terá duas novas raças jogaveis, os Worgen que jogam para a Aliança e os Goblins que prestão o seu apoio à Horde, cada uma com a sua própria área de início. O nível máximo irá aumentar de 80 para 85, com a Blizzard a garantir que os novos cinco níveis serão ainda mais difíceis de ultrapassar. Para este efeito, o jogo contará com novas áreas high-level (78-85).

Para os jogadores mais antigos, talvez uma das maiores novidades seja a reconstrução (revamp) das zonas clássicas da velha Azeroth. A conhecida (tanto por allys e hordes) The Barrens encher-se-á de lava e será dividida em duas, Desolace irá transformar-se numa autêntica zona verde ao invés do te um terreno árido, entre tantas outras mudanças no território. Tal como World of Warcraft: Wrath of the Lich King introduziu, algumas zonas da nova expansão irão contar com “território faseado” (“phased terrain”), o qual mudará à medida que se avança nas quests. Uma das novidades que agradou mais aos jogadores foi o facto de agora poderem usar a sua Flying Mount em qualquer sítio de Azeroth.

À parte desta reconstrução, as novas zonas incluem The Lost Isles (território inicial dos Goblins), Guilneas (território inicial dos Worgen), Twilight Highlands, Mount Hyjal, Deepholm, Uldum, Grim Batol e a Sunken City of Vashj’ir, uma cidade inteiramente construída debaixo de água. A par das Flying Mounts existirão agora Water Mounts para deslocação na agua.

A Blizzard declarou ainda que World of Warcraft: Cataclysm contará com mais Raid Content do que alguma das expansões anteriores, oferecendo a todos os encounters um modo mais difícil e desafiante. The Deadmines ou Shadowfang Keep são duas das dungeons que contarão com Heroic Mode.

Os jogadores poderão agora criar Orc Mage, Undead Hunter, Tauren Paladin, Tauren Priest, Troll Druid, Blood Elf Warrior, Human Hunter, Dwarf Mage, Dwarf Shaman, Night Elf Mage e Gnome Priest. Os Goblins só não poderão ser Druid e Paladin, e aqueles que preferirem os Worgen não poderão criar Paladin ou Shaman.

Na parte da guild existirão agora guild levels e guild achievments, que poderão ser desbloqueados em grupo, para alem disso existirá também uma guild talent tree que contará com habilidades como mass ressurection, repairs mais baratos ou ainda uma durability loss mais lenta

O Player-vs-Player (PvP) não será esquecido, com a criação de novas zonas PvP e Battlegrounds com rated teamplay, assim como novas daily quests na Tol Barad Island.

Uma nova profissão secundária será criada: Archaeology. Segundo as informações do site oficial, esta nova profissão oferecerá aos jogadores a possibilidade de desenterrar artefactos escondidos e ter direito a recompensas valiosas.

World of Warcraft: Cataclysm será baseada no ressurgimento de Deathwing e no Maelstrom, o remoínho situado no meio do The Great Sea. Para além de Deathwing, também outras personagens conhecidas terão um forte impacto na nova expansão, como Thrall, Garrosh Hellscream, King Varian Wrynn, King Genn Greymane ou a Queen Azshara.

Segundo a história do jogo, Deathwing, the Destroyer, anteriormente conhecido como Neltharion, the Earthwarder, é um dos cinco Dragon Aspects criados pelos Titans, com o objectivo de proteger o continente de Kalimdor (o único continente de Azeroth, na altura) aquando da formação do Universo. Nozdormu, Alexstrasza, Ysera e Malygos constituem os outros Aspects, cada um com poderes e responsabilidades específicos.

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Conceito de câmera 4K da Canon: por favor, torne-se real

Eu torço muito para que a Canon torne esse conceito de câmera compacta com tecnologia 4K em algo real nos próximos anos, mesmo que a Canon frise que ela nunca será vendida desse jeito. É como ter uma visão do futuro das câmeras esculpidas em plástico preto.

Pesando meros 2,4 quilos, esse modelo conceito faz vídeos em 4K com 60 frames por segundo, usando um único sensor CMOS de 2/3 polegadas. E isso são todos os detalhes que a Canon deu, já que trata-se de um conceito, apesar de podermos ver que não é nada que um fotógrafo profissional iria usar, dado seu simplista e arrojado sistema de controle. Mesmo assim, podemos esperar uma guerra entre a Canon e a RED pelo mundo dos vídeos em altíssima definição? Seria algo sensacional (mesmo que o cineasta Philip Bloom, especializado em HDSLR, já tenha explicado que isso não acontecerá tão em breve). [Canon Expo]

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câmeras digitais


Nunca sem conexão!

Recém-lançado pela Vivo, o Nokia N97 mini te deixa super conectado: o aparelho é 3G, Wi-Fi e Bluetooth para você ter sempre internet e poder trocar dados com outros aparelhos. E mais, com a rede da Vivo, a maior cobertura 3G do Brasil, você nunca fica sem sinal. E, para ajudar, voz, dados e serviços vêm todos juntos em uma única conta. Veja mais sobre o Nokia N97 mini em vivo.com.br/n97mini.



Toshiba anuncia detalhes do Folio, seu tablet com Android

O tablet Folio, da Toshiba, foi anunciado oficialmente, seguindo o bonde do Samsung Galaxy Tab. Eis seus detalhes oficiais:

Com Android 2.2 e turbinado com um chip Tegra 2, da Nvidia, o tablet tem tela de 10,1 polegadas com resolução de 1.024 x 600 pixels e multitoque, e opções bem incomuns de conectividade: Bluetooth 2.1+EDR, Wi-Fi 802.11 b/g/n e, como o iPad, 3G apenas em alguns modelos. Mas diferente do iPad – que é a inevitável referência do assunto – o Toshiba Folio já tem uma webcam, saída mini HDMI, USB 2.0 e leitor de cartões SD/MMC, tudo embutido.

A duração de bateria prometida, no entanto, é um pouco decepcionante: apenas 7 horas usando 65% de web, 10% de vídeo e 25% de stand-by, pouco se for comparado às 11 ou 12 horas que o iPad oferece em exibição contínua de vídeo. Com 760 gramas e 281mm x 181mm x 14mm, ele é também maior e mais pesado do que o concorrente da Apple.

Na parte do software, a Toshiba colocou o Opera Mobile, o Toshiba Media Player, FBReader, Fring, Documents to Go e o Evernote, todos pré-instalados. Se você quiser mais apps ou músicas você terá que usar o Toshiba Market Place, “um serviço que oferece fácil acesso à várias opções de downloads de conteúdo multimídia, serviços e aplicativos.”

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Tablets


O mapa de metrô da ciência

Conectando filosofia natural, física teórica e mecânica quântica, astronomia e cosmologia, história natural, geologia, paleontologia, genética, química, microbiologia, neurologia e medicina, esse mapa de metrô é um sumário fascinante das ciências humanas.

Clique aqui para ver a imagem em tamanho original

O mapa – batizado de Ciência, Razão & Pensamento Crítico – é baseado no design original dos mapas do metrô de Londres, criados por Harry Beck. [Crispian Jago via Presurfer]

Atualização: Tudo indica que o designer Crispian Jago se inspirou muito (para não dizer copiou na cara dura) um mapa feito pela revista Superinteressante há dois anos, mais exatamente em junho de 2008. A versão original e brasileira foi criada por Alexandre Versignassi e Karin Hueck. Qualquer semelhança não é mera coincidência:

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ciência


[Lifehacker] Google libera versão estável do Chrome 6

Dois anos após seu nascimento, o browser Chrome, do Google, já chega a sua 6 versão estável, liberada hoje, trazendo como novidade a opção de sincronia de extensões, preenchimento automático de formulários e sincronia de preenchimento automático, além de uma interface ainda mais simplificada.

Nós já falamos da sincronia de extensões quando ela surgiu como opção no canal de desenvolvedores, mas hoje o santo graal da sincronia de browsers chega a todos os usuários de forma estável. Ele também traz a habilidade de preenchimento automático de formulários e também de sincronizar as informações de preenchimento com suas extensões, favoritos, preferências e temas.

A nova versão também traz uma interface de uso levemente atualizada. Uma das mudanças é o deslocamento do botão “adicione aos favoritos”, que antes ficava à esquerda da barra de endereço, e agora é um ícone dentro da própria barra. E, como de praxe, é a versão mais rápida e estável do Chrome até então, então se você ainda não atualizou o Chrome ainda (as versões de Mac pelo visto não têm atualização automática), clique no link abaixo e faça isso agora mesmo.

 

Back to the Future: Two Years of Google Chrome [Official Google Chrome Blog]

 

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Browsers


Como Agradar a Namorada

Todos os homens gostam de agradar as pessoas de quem gostam, e por vezes não sabem o que fazer nem como faze-lo ficando assim numa situação um pouco complicada. Para os homens que querem agradar a sua namorada mas não sabem como, fica aqui umas formas simples de como agradar a sua cara metade. Procure

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O futuro das telas, em 2014

O sempre impressionante grupo sueco de gurus de interface The Astonishing Tribe postou um vídeo com a sua visão de que tipo de telas estaremos usando em 2014. Elas se esticam e compartilham conteúdo facilmente, e eu quero usá-las AGORA.

O grupo acredita que estamos às portas de um Renascimento das telas: 

A tecnologia de telas está dando o próximo grande passo, e nos próximos anos só estaremos limitados pela criatividade. Logo teremos telas duplas, telas maleáveis, telas embutidas em espelhos conectados por Wi-Fi, mesas ou traseiras de gadgets cobertas em telas de e-ink, resposta tátil, telas coloridas com maior contraste sob a luz do sol, telas holográficas/estereoscópicas, telas de toque coloridas com e-ink ou telas que sabem onde estão em relação a outras telas graças a emissores ultrassônicos e microfones.

Este vídeo não mostra nenhuma interface ou produto que esteja chegando ao mercado real nos próximos anos. É apenas a visão do grupo de para onde eles acham que a indústria está se encaminhando. Eu gostei! Mal posso esperar por um iPad que iStica. [TAT]

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Vídeo


Esta é a câmera de 120 megapixels

Esta é uma câmera que tira fotos panorâmicas com 120 megapixels. Entenda o que isso significa.

Tá vendo essa pequena área recortada na direita, tirada da imagem maior do lado esquerdo? Isso é um vídeo de 1080p com 60 frames por segundo. E você pode dar zoom em qualquer local da imagem em tempo real. Com a resolução de 120 MP total, a câmera produz 1.4 frames por segundo com taxa de dados de 2.52Gbps. E o pior é que o sensor que cria isso é incrivelmente pequeno:

Bem surreal, mesmo sabendo que máquinas com esse tipo de tecnologia estão muito longe de chegar em nossas mãos. [Canon Expo]

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câmeras digitais


Bebe larga o tabaco

O bebe que chocou o mundo por fumar cerca de 2 maços por dia, Ardi Rizal, conseguiu finalmente largar o vício após um tratamento longo e intensivo. Quando não tinha cigarros e ninguém lhos dava ele batia com a cabeça na parede e as vezes noutras pessoas até, para conseguir alimentar o vívio.

Arist Merdeka Sirait, secretário-geral da Comissão de Proteção à Criança da Indonésia, diz que o menino “parou de fumar e, mais importante, não pede mais cigarros”. Em julho, acompanhado da mãe, o bebê saiu da pequena vila na ilha de Sumatra e foi para Jacarta, capital do país, para passar por um tratamento.

Sirait diz que ele recebeu tratamento psicológico por um mês. Nesse período, os terapeutas fizeram com que ele ficasse ocupado e brincasse com crianças da mesma idade. O secretário-geral diz que a família de Ardi, que supostamente não sabia dos efeitos maléficos do cigarro, ganhou ajuda financeira do governo.

Até os oito anos de idade, os alvéolos pulmonares, áreas do pulmão responsáveis pela troca de oxigênio e gás carbônico presentes no sangue, estão se desenvolvendo de modo muito acelerado e assim o tabaco pode prejudicar este desenvolvimento.

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Qual a melhor conexão?

Televisores de última geração contam com vários tipos de conexões. Descubra no Philips Ambilight quais são as melhores, para conseguir qualidade máxima de imagem.